Segunda, 30 Junho 2008

A Consulta

d1fc9414b37aaafc1a17e8caa1b6d9c3.gifO Tarô é uma grande ferramenta para o auto-conhecimento. Através dos tempos, tem sido um sábio conselheiro, ajudando pessoas a resolver conflitos. Ele possui uma rica linguagem simbólica, arque-típicos do ser humano, sendo capaz através de sua rica simbologia de exprimir (trazer a tona) o Inconsciente humano.

Através da consulta on line voce poderá melhorar seu relacionamento com as pessoas, aprender a tomar decisões, compreender as pessoas baseando-se naquilo que lhe é realmente importante. Conhecer os potenciais positivos e negativos de sua vida e entender os acontecimentos deste exato momento pois eles são primordiais para que consigamos resolver nossos conflitos e traçar planos de ação rumo a uma vida melhor!


INFORMAÇÕES SOBRE AS CONSULTAS:


MSN: tarocelta@hotmail.com
email.: tarocelta@uol.com.br
Fone.: 41 8826-3711


CONSULTA DE TARÔ ON LINE (VIA MSN)
- Analisa os 12 segmentos da vida pessoal do consulente: Mental; Finanças; Comunicação; Lar; Amor; Família; Parceiro; Projetos; Planos para o Futuro, Vida Social e CONSELHO. Tem por objetivo o auto-conhecimento a fim de detectar comportamentos da vida do consulente que podem ser melhorados para atingir uma vida mais plena. A seguir são sanadas dúvidas através do sistema "perguntas e respostas".

(01 hora de duração) - R$ 70,00

CONSULTA COMPLETA VIA EMAIL ABORDANDO O AUTOCONHECIMENTO E 12 SEGMENTOS DA VIDA PESSOAL
: Analisa os 12 segmentos da vida pessoal do consulente: Mental; Finanças; Comunicação; Lar; Amor; Família; Parceiro; Projetos; Planos para o Futuro, Vida Social e CONSELHO. Tem por objetivo o auto-conhecimento a fim de detectar comportamentos da vida do consulente que podem ser melhorados para atingir uma vida mais plena. Envie email com nome completo e data de nascimento.

Prazo para entrega: 24 horas - R$ 40,00

ESTE RELACIONAMENTO VAI DAR CERTO?
(EMAIL OU MSN) – Sinastria envolvendo o nome do casal. Objetivo: Saber se encontrou o par perfeito ou se aquela pessoa incrível que acaba de conhecer é a tão esperada “alma gêmea”... ou ainda, se o relacionamento tem ou não tem futuro, e o que é necessário para não deixar o amor morrer. Será feito uma análise unindo o nome do casal analisando os potenciais e o mental de cada um em relação ao outro.

Importante: Informe nome completo e data de nascimento, seu e de seu(sua) parceiro.
Prazo para entrega: 24 horas - R$ 20,00

01 PERGUNTA SOBRE QUALQUER ASPECTO
: Faça uma pergunta sobre qualquer aspecto de sua vida pessoa, profissional, espiritual ou mental. Nesta consulta voce recebe uma carta/tiragem conselho sobre a situação.

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Pagamento Preferencial.: - Banco Bradesco (Depósito ou Transferência):
Bradesco Ag.: 1296 – Conta Poupança: 1002918-0

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(Cartão de crédito, débito ou boleto), links ao lado direito do Blog. – Confirmação de pagamento de 1 a 48 horas.

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O Tarô significa "Rota" ou, ainda, direção a ser tomada, faça bom uso desta ferramenta maravilhosa.

Paz, luz, sabedoria e direção!

Domingo, 29 Junho 2008

As Três Faces da Mulher Celta

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Todas as sociedades, ao longo dos tempos, tentaram definir as relações do homem e da mulher, como casal e dentro das estruturas sociais existentes. Para isso, atribuíram a cada um determinado lugar, que varia sensivelmente de acordo com os costumes e as tradições de cada povo.

Entre os celtas - os antigos gauleses, os irlandeses, os bretões da Ilha da Bretanha que vieram a ser os galeses, e os bretões armoricanos - as estruturas sociais eram as de todos os povos indo-europeus; isto quer dizer que a tendência era o patriarcalismo com o homem em primeiro plano.

Mas ao analisarem-se textos jurídicos, testemunhos históricos, literários e mitológicos, é surpreendente a constatação de quanto era vantajosa a condição feminina entre os celtas em relação a algumas outras sociedades, principalmente as mediterrâneas. Por outro lado, é certo que existem analogias profundas entre os usos celtas e os usos da Índia antiga quanto às formas de casamento.

É sabido que todos os mediterrâneos, particularmente os gregos e romanos, mantinham a mulher em estado de menoridade permanente. Os celtas, ao contrário, lhe atribuíam direitos que a mulher das épocas puritanas dos séculos XIX e XX, na Europa ocidental, estavam longe de possuir.

As razões dessa particularidade são muito diversas, mas podemos citar uma essencial: os celtas que invadiram a Europa ocidental por volta do século V a.C. não eram numerosos; constituíam uma elite guerreira e intelectual, e encontraram, nos territórios que vieram a ocupar, populações autóctones de densidade bem maior, às quais impuseram sua cultura, sua língua, sua religião e suas técnicas, e das quais assimilaram alguns costumes, especialmente os referentes às relações interindividuais.

Assim, as condições muito especiais do estatuto da mulher que se observam no quadro da civilização celta devem ser buscadas na herança dos povos outrora instalados na Europa Ocidental.

O que espanta é a relativa independência da mulher em relação ao homem. A mulher pode ter bens próprios, como objetos de uso, jóias e cabeças de gado. Como o sistema celta admitia a propriedade mobiliária individual juntamente com uma propriedade rural coletiva, a mulher podia dispor de tal propriedade a seu bel-prazer, vendendo-a se assim quisesse, adquirindo outras por meio de compra, de prestação de serviços ou por doação. Ao casar-se, a mulher conservava seus bens pessoais e os levava consigo em caso de dissolução do casamento.

O casamento celta, aliás, era uma instituição flexível, resultante de um contrato cuja duração não precisava necessariamente ser definitiva. A mulher escolhia livremente seu marido, pelo menos teoricamente, pois às vezes os pais arranjavam casamentos por oportunismo econômico ou político. Mas mesmo nestes casos, a moça era consultada.

Aliás, no quadro do casamento, tudo dependia da situação pessoal dos esposos. Quando a mulher possuía menos bens que o marido, era este quem dirigia a casa, sem recorrer à mulher. Mas se as fortunas do homem e da mulher fossem iguais, o marido não poderia dirigir a casa sem o consentimento da esposa. E, fato excepcional na maioria das legislações, no caso de a mulher possuir mais bens que o marido, era ela quem dirigia a casa, sem pedir sequer a opinião dele.

A História e a epopéia antiga nos deixaram uma lembrança muito viva de situações assim: isso mostra eloqüentemente que a mulher conseguira, numa sociedade patriarcal, manter uma certa predominância e uma autoridade moral incontestável.

Também é importante constatar que, casando-se, a mulher não entrava nunca na família do marido. Ela pertencia sempre à sua família de origem, e o preço pago pelo marido pela compra de sua mulher era uma espécie de compensação dada à família dela. Mas em caso de divórcio a mulher retomava seu lugar natural em sua família de origem.

Em determinadas situações, especialmente quando o marido era estrangeiro, a família constituída pelo casamento pertencia a uma categoria especial, ligada à família da mulher, e os filhos herdavam exclusivamente a família materna.

O mesmo acontecia nas famílias reais em que a transmissão da soberania se dava às vezes por intermédio da mãe, ou do tio materno; existem, tanto na literatura irlandesa quanto na literatura européia de inspiração celta, lembranças flagrantes dessa prática de transferir a herança aos filhos do irmão da mãe. O exemplo mais célebre é o de Tristão, herói de uma lenda medieval de origem celta, herdeiro de seu tio materno, o rei Mark.

Fora do casamento, existia - e durou muito tempo na Irlanda, mesmo nos tempos cristãos - uma espécie de concubinato regulamentado por costumes severos. O homem, casado ou não, podia tomar uma concubina. Se fosse casado, só o poderia fazer com o consentimento de sua esposa legítima mas, de qualquer forma, a concubina só vinha instalar-se no domicílio do homem depois de ter acertado com ele um verdadeiro contrato. Ela recebia uma compensação pessoal, assim como sua família de origem, e comprometia-se por um período limitado a um ano e nem mais um dia.

Ao término desse prazo, a concubina podia retomar sua liberdade, a menos que combinasse um outro contrato de igual duração. Esse estranho costume, que se quis chamar de "casamento temporário" ou "casamento anual", tinha o mérito de salvaguardar a independência e a liberdade da mulher; ela não era um objeto, comprado hoje e abandonado amanhã, ela era realmente uma pessoa, com a qual se celebrava um contrato.

E se o contrato não fosse respeitado, a mulher concubina sempre tinha a possibilidade de apelar à decisão de um juiz que ela mesma escolhia entre os que eram considerados mais sábios, geralmente druidas, que, além de suas funções sacerdotais, eram verdadeiros jurisconsultos.

O contrato de casamento era no fundo um tanto provisório e podia ser rompido a qualquer momento. Assim sendo, o divórcio era extremamente fácil. Se o homem decidisse abandonar a mulher, devia basear-se em motivos graves; se não os tivesse, deveria pagar indenizações muito altas, exatamente como em caso de quebra abusiva do contrato.

Mas a mulher, por seu lado, tinha o direito de se separar do marido quando ele a submetessa a maus tratos, ou mantivesse no domicílio uma concubina que não agradasse a ela.

Cita-se com freqüência o exemplo de um druida que queria levar para casa uma concubina não aceita por sua esposa legítima. Ele quis insistir, mas sua mulher fez saber que se divorciaria, e como a mulher possuía a maior parte da fortuna do casal, o druida refletiu melhor, resignou-se e submeteu-se à vontade da esposa, renunciando à concubina.

Na verdade, embora fosse mais freqüente que os homens pedissem a dissolução do casamento, as mulheres tinham o mesmo direito, e o divórcio podia ser feito quase automaticamente, por uma espécie de consentimento mútuo. E, havendo a separação do casal, a mulher não só retomava seus bens pessoais, mas retinha também sua parte em tudo o que o casal tivesse adquirido durante o tempo do casamento.

Esta solução impedia que a mulher fosse lesada quer no plano econômico quer no plano moral, pois o divórcio não decorria de nenhuma culpa; um contrato tornara-se caduco, e o divórcio não era mais do que o reconhecimento desse fato.

É certo que o problema dos filhos apresentava dificuldade. Em princípio, os filhos pertenciam à família do pai, e estavam, assim, protegidos de qualquer injustiça, pois a solidariedade familiar intervinha em favor deles, que não eram nunca abandonados. Havia ainda uma instituição especial para crianças que estivessem neste caso: adoção, que consistia em mandar os filhos para receberem educação manual, doméstica, intelectual ou guerreira com outra família, que por sua vez criava laços entre a criança e seus pais adotivos, alargando consideravelmente o quadro da vida familiar.

Os filhos podiam herdar tanto do pai como da mãe. As meninas não ficavam afastadas da sucessão, ainda que fossem ligeiramente desfavorecidas em relação aos meninos. Mas, no todo, tanto quanto se pode observar nas épocas históricas do século V a.C. ao século XII da nossa era - a sociedade celta na Irlanda, na Ilha da Bretanha e na Bretanha Armoricana parece ter feito todo o possível para salvaguardar a dignidade, os direitos e a autoridade moral da mulher.

Código da Mulher Celta

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Este texto viaja pela internet sob o título de "Poema Celta", é claro que não é um código de honra das mulheres celtas, porque estas não deixaram nada escrito, mas ela exprime aquilo que há de mais forte dentro de cada mulher. O que sabemos sobre os Celtas estara sempre dentro de nós mesmos, viajando através das existências infinitas, aquilo que trazemos de mais forte dentro nós e que nos rege, é a liberdade e o amor!

Jamais permita que algum homem a escravize, voce nasceu livre para amar e não ser escrava.
Jamais permita que seu coração sofra em nome do amor.
Amar é um ato de felicidade, por que sofrer?
Jamais permita que seus olhos derramem lágrimas por alguém que jamais fara voce sorrir!
Jamais permita que o uso de seu próprio corpo seja cerceado.
O corpo é moradia do espírito, por que mantê-lo aprisionado?
Jamais se permita ficar horas esperando por alguém que jamais vira, mesmo tendo prometido.
Jamais permita que seu nome seja pronunciado em vão por um homem cujo nome voce sequer sabe!
Jamais permita que seu tempo, corpo e coração seja desperdiçado por alguém que nunca tera tempo para voce.
Jamais permita ouvir gritos em seu ouvido.
O Amor é o único que pode falar mais alto!
Jamais permita que paixões desenfreadas transportem voce de um mundo real para outro que nunca existiu.
Jamais permita que os outros sonhos se misturem aos seus, fazendo-os virar um grande pesadelo.
Jamais acredite que alguém possa voltar quando nunca esteve presente.
Jamais permita que seu útero gere um filho que nunca terá um pai.
Jamais permita viver na dependencia de um homem como se voce tivesse nascido inválida.
Jamais permita que a dor, a tristeza, a solidão, o ódio, o ressentimento, o ciúme, o remorso e tudo aquilo que possa tirar os brilho de seus olhos a dominem, fazendo arrefecer a força que existe dentro de voce.
E, sobretudo, jamais permita que voce mesma perca a dignidade de ser mulher!!


Um guerreiro sempre mantém seu coração e mente livres do sentimento de ódio.
Ao caminhar para a batalha, lembra-se de que deve amar seus inimigos, mas sabe que o ato de perdoar não o obriga a aceitar tudo; um guerreiro jamais abaixa a cabeça, senão perde de vista o horizonte de seus sonhos.
Aceita que os adversários estão ali para testar sua bravura, persistência, sua capacidade de tomar decisões. Eles o obrigam a lutar por seus sonhos. E é a experiência do combate que fortalece o guerreiro
.

Quarta, 25 Junho 2008

Yule Solstício de Inverno 21 de Dezembro 21 de Junho

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Neste sábado, 21 de Junho tivemos o Yule, Solstício de Inverno, que é uma passagem que marca o fim da escuridão e a chegada do SOL!!! é a noite mais longa do ano e serve para convocar o fim da obscuridade e o retorno da luz e da esperança.

É desta data antiga que se originou o Natal Cristão (no Hemisfério Norte). Nesta época, a Deusa dá à Luz ao Deus, que é reverenciado como criança prometida.

Em Yule é tempo de reencontrarmos nossas esperanças, pedindo para que os Deuses rejuvenesçam nossos corações e nos dêem forças para nos libertarmos das coisas antigas e desgastadas. É hora de descobrirmos a criança dentro de nós e renascermos com sua pureza e alegria.

Este dia também é chamado Alban Arthuan (A Luz de Arthur), na tradição druida. É o tempo da morte e do renascimento. O Sol parece estar nos abandonando completamente, enquanto a noite mais longa chega até nós.

Coloque flores e frutos da época do altar. Os sinos são símbolos femininos de fertilidade, e anunciam os espíritos que possam estar presentes.

Se quiser, pode fazer uma árvore enfeitada, pois esta é a antiga tradição "pagã", onde a árvore era sagrada e os meses do ano tinham nomes de árvores. Esta é a noite mais longa do ano, onde a Deusa é reverenciada como a Mãe da Criança Prometida ou do Deus Sol, que nasceu para trazer Luz ao mundo. Da mesma forma, apesar de todas as dificuldades, devemos sempre confiar em nossa própria luz interior.

O mais importante desta passagem que que entendamos os ciclos divinos da terra, ela é nossa principal referencia e nos ensina? Um ciclo se fecha para dar inicio ao outro. Não podemos viver de restos do passado, somos almas em evolução e sempre eteremos novas experiências para viver, observem como a terra se renova, mesmo sofrendo agressões, ela limpa suas proprias feridas e parte para um novo ciclo de renascimento. Somos seres divinos, fazemos parte desta natureza divina, sejamos com ela, que sempre de renova e flui.

O guerreiro luz as vezes se comporta como água, e flui por entre os muitos obstáculos que encontra.

Em certos momentos, resistir significa ser destruído.Nestas horas, ele se adapta as circunstãncias. Aceita, sem reclamar, que as pedras do caminho tracem seu rumo através das montanhas.

Nisto reside a força da água: ela jamais pode ser quebrada por um martelo, ou ferida por uma faca. A mais poderosa espada do mundo é incapaz de deixar uma cicatriz em sua superfície.

A água de um rio adapta-se ao caminho que é possível, sem esquecer do seu objetivo: o mar. Frágil em sua nascente, aos poucos vai ganhando a força dos outros rios que encontra.

E, a partir de determinado momento, seu poder é total

Terça, 17 Junho 2008

Fale com Syllefaye

Desejo a todos uma semana próspera em todos os sentidos.
Que voce seja próspero na capacidade de dar e receber carinho, amor, afeto e compreensão.
Que voce seja próspero na capacidade de promover o amor e o progresso em sua vida e na vida daqueles que escolheram compartilhar o caminho com voce. Acredite! estas pessoas são um presente!
Que voce seja próspero e não ceder aos apelos do ego.
Que voce seja próspero em compreender que o sofrimento é sempre uma escolha no o caminho entre voce e o aprendizado.
Que voce seja próspero em entendimento de suas próprias capacidades e potencialidades.
Que voce seja própero na capacidade de entendimento de si mesmo e de suas necessidades e uma vez feito isso seja próspero na capacidade de agir em pról da realização de seus próprios sonhos, que eles sejam alcançaveis e não num futuro distante.
Que voce seja próspero no entendimento de que o universo sempre conspira a favor do que queremos e do que pensamos.
E assim seja próspero em compreender que ao amor divino esta sempre sendo próspero em te amar e fazer compreender.

Compreenda!

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